Curiosidades
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Fui atleta olímpica.
Da mente.Joguei Go pelo Brasil nos World Mind Sports Games de 2012, em Lille. Terminei em 37º lugar entre 38 jogadoras. Ganhei uma partida e salvei a honra.
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Fui reserva da seleção brasileira de hóquei inline.
Treinei tanto que acabei com uma trombose e fui parar no banco. Se esforcem, mas não forcem: o repouso conta tanto quanto o treino.
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Me infiltrei na Editora Abril aos 12 anos para levar um PlayStation 2.
Era um concurso de revista. Eu bolei um plano para levar o PlayStation 2 embora e, para garantir, executei.
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Vendia desenhos de cavalo em bares.
Quando era pequena, enquanto meus pais conversavam, eu desenhava cavalos a lápis e vendia nas mesas ao lado.
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Já dancei « Vermelho », da Fafá de Belém, num palco.
Uma coreografia a três, para mostrar o Brasil a um público internacional de mil pessoas, na Espanha.
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Construí o jardim de um templo na Espanha.
Dois meses com mais vinte adolescentes, montando peça por peça um mosaico para o jardim de um templo em Jerez de la Frontera.
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Tocava gaita na rua para ganhar dinheiro.
Aprendi « Fascinação » na gaita para me virar durante as viagens. Era a única que eu tocava bem.
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Meu apelido é
Malinha.Fiz onze anos de capoeira, comecei aos dois. Como não parava quieta, o apelido chegou rápido.
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Fui ao meu primeiro festival de rock aos 8 anos, sem os meus pais.
Que saudades dos anos 90, quando dava para mandar a criança para Ouro Preto com alguém de confiança.
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Tomo um litro de leite por dia.
E quando eu era guria era pior: eram dois. Não vivo sem o meu leitinho.
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Fiz um camp de muay thai na Tailândia.
Fã de MMA, passei 45 dias na Tailândia aprendendo muay thai. E trabalhando de lá.
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Já apertei a mão do rei Charles.
Essa eu devo à minha mãe, que fez uma exposição e me convidou. Aliás, todas as outras eu devo a ela de um jeito ou de outro. Te amo, mãe.
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Pego lixo da rua para jogar fora.
O mundo é de todos nós. Não limpar é achar que você nunca deixou nada cair sem perceber. Salve aos heróis invisíveis.
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Meu prato preferido é o paprika schnitzel.
Da Casa do Alemão, em São Paulo. Mas a tortinha de espinafre da minha avó e a paupiette da minha mulher estão ali, brigando pelo primeiro lugar.